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	<title>Ministério Diego Inocêncio &#187; Monte</title>
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	<description>Diego Inocêncio, cantor, músico e compositor Gospel</description>
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		<title>Porque não subo mais ao &#8220;monte&#8221;?</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Nov 2013 02:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Inocêncio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[Gospel]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos me perguntam por quê eu não subo mais ao monte para orar, acredito que este texto de Alan Brizotti explica bem isso: Porque não subo mais ao &#8220;monte&#8221;? &#8220;Eu já orei no monte. &#8220;Orar&#8221; não é bem o que...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitos me perguntam por quê eu não subo mais ao monte para orar, acredito que este texto de Alan Brizotti explica bem isso:</p>
<p><a href="http://www.diegoinocencio.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/11/monte.jpg"><img class="size-medium wp-image-823" src="http://www.diegoinocencio.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/11/monte-300x181.jpg" alt="Porque não subo mais ao &quot;monte&quot;?" width="300" height="181" /></a></p>
<dl id="attachment_823" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px;">
<dd class="wp-caption-dd">Porque não subo mais ao &#8220;monte&#8221;?</dd>
</dl>
<div align="justify"></div>
<div style="text-align: justify;" align="justify">&#8220;<strong>Eu já orei no monte</strong>. &#8220;Orar&#8221; não é bem o que fazíamos. Saíamos tarde da noite e, ao chegarmos no &#8220;monte&#8221; (nem era uma montanha, mas sim um local no meio do mato mesmo), depois de minutos de uma oraçãozinha, pandeiros fervilhando, embalados a &#8220;corinhos de fogo&#8221;, tome reteté&#8230;</div>
<p><span id="more-822"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No monte acontecia (e ainda acontece) de tudo. Lembro-me de um irmão (no monte, a gente chamava de &#8220;vaso&#8221;) que começou a correr velozmente de um lado para o outro (e no escuro!) De repente, deu de cara numa árvore! Após um instante de apreensão geral, alguém foi até ele (tentando disfarçar o constrangimento, afinal, o &#8220;Espírito&#8221; errou a direção) e perguntou: &#8220;e aí, vaso, o que você viu?&#8221; E ele respondeu: &#8220;Estrela!&#8221; Essa eu vi.</p>
<p style="text-align: justify;">No imaginário pentecostal o monte ocupa lugar especial. Ele está para o pentecostal como as imagens para o católico (salvas as devidas proporções). Assim como os católicos em relação às imagens, os pentecostais dizem que o monte não tem todo esse valor em si, mas sim, aproximam do ideal sagrado que representa. Para os pentecostais (e eu sou um, pasmem!) o monte é uma &#8220;redondeza divina&#8221;, uma &#8220;área onde a espiritualidade é mais densa&#8221;. No templo tem muita gente, muita luz e muito barulho, no monte a coisa é mais rústica, secreta. É o local onde os &#8220;santos&#8221; se reúnem. Na minha época, costumava-se avisar aos &#8220;alpinistas de primeira viagem&#8221;: &#8220;cuidado, consagre-se antes de subir!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A desculpa &#8220;bíblica&#8221; é que Jesus orava no monte. Não preciso nem entrar no mérito teológico (quem sabe, psicológico, talvez). O mérito geográfico já basta: no contexto bíblico o que mais existia era montanha. A paisagem dominante era feita assim. O problema maior não é o monte que se sobe, mas o jeito que se desce. A galerinha do monte, geralmente, dá um trabalho imenso em suas igrejas locais. Eles descem cheios de vícios: legalismo neurotizante, seletividade arbitrária (só nosso grupo é santo), insubmissão a qualquer tipo de autoridade (é a veia &#8220;che guevariana&#8221; das montanhas).</p>
<p style="text-align: justify;">No monte, o maior perigo é a anarquia. Lá não há regras: revelação tem liberdade total. As línguas esquisitas (essas são estranhas mesmo) são cada uma mais extravagante que a outra. É a guerra dos vasos! Sem falar nos mais &#8220;safadinhos&#8221; que aproveitam (como cantava a Rita Lee) &#8220;o escurinho do cinema&#8221; pra pecar, kkk.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço alguns irmãos, honestos, que vão ao &#8220;monte&#8221; para orar, meditar na Palavra, sem nenhuma parafernália ou neura. Mas são muito raros. O que sobra na celestialidade alpinista é o exagero, a hipérbole, a fuga do asfalto, a busca, às vezes certa, da forma errada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para o cristão verdadeiramente ciente de sua comunhão com Deus, qualquer lugar é um monte. No jardim, no deserto, na rua ou na cama, ele sabe que não são geografias que determinam sua espiritualidade, mas sim o conteúdo verdadeiro que ela possui.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu já não vou ao monte. Meu caminho hoje é de descida. Quanto mais desço, mais percebo que subo. Benditos paradoxos de Deus&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">(Alan Brizotti)</p>
<p style="text-align: justify;">Entenderam?</p>
<div style="text-align: justify;">Hoje para falar com Deus prefiro seguir a recomendação de Jesus:</div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;<strong>Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará</strong>&#8220;. (Mateus 6.6).</div>
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